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Divulgação: Polícia Civil

Notícias

Polícia Civil de Rio Preto deflagra operação de combate a crimes de estelionato

Operação Resarcire mira organização criminosa e cumpre mandados judiciais contra investigados por golpes de estelionato em seis estados

Band Paulista

14h30 - 07/10/2021

Atualizado há 17 dias

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A Polícia Civil de São José do Rio Preto deflagrou na manhã desta quinta-feira (07), a Operação Resarcire para cumprimento de 28 mandados judiciais contra alvos de uma organização criminosa voltada à prática de crimes de estelionato. As ordens de prisões, buscas e apreensões, sequestros de bens e bloqueios de contas bancárias são cumpridas em Mato Grosso, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e Rondônia, e contam com apoio das polícias civis dos respectivos estados.

As equipes do 1º DP de Rio Preto, juntamente com GCCO CUIABÁ e com apoio das Polícias Civis dos demais estados alvos da operação, estão nas ruas para o cumprimento de cinco prisões preventivas, oito prisões temporárias, 15 mandados de buscas e apreensões e ainda o sequestro de bens móveis e bloqueio de contas.

As investigações identificaram uma organização criminosa que se especializou em golpes de estelionato utilizando um site de compra e venda e também por meio da clonagem de anúncios. O prejuízo financeiro das vítimas é estimado em, aproximadamente, R$ 400 mil em um período de apenas três meses.

A Polícia Civil de Rio Preto e Cuiabá apura os crimes de organização criminosa, estelionato e lavagem de dinheiro. Além de cessar a atividade do grupo criminoso e impedi-los de fazer novas vítimas, o objetivo da operação é também apreender a maior quantidade de bens e valores em posse dos investigados, para o ressarcimento do prejuízo causado. Daí o nome Resarcire, que significa ressarcir em latim.

De acordo com o delegado titular da GCCO, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira e Luciano Birolli do SIG 1.2.5 DP SJRP os líderes da organização criminosa são de Mato Grosso, São Paulo e Santa Catarina. O trabalho investigativo apurou que esse grupo, composto por cinco pessoas, aplicava os golpes, criava os anúncios falsos e cooptava novos integrantes-correntistas. Além disso, os líderes da quadrilha praticavam a lavagem de dinheiro aplicando os recursos financeiros obtidos com as fraudes no mercado imobiliário e também acompanhavam os correntistas aos bancos para fiscalizar o saque dos valores recebidos.

Já os integrantes da organização que agiam como correntistas recebiam em suas contas bancárias os valores dos golpes aplicados, que eram transferidos pelas vítimas. Em contrapartida ficavam com 5% do valor sacado. “Esses investigados eram a base da estrutura da pirâmide da organização criminosa, dando sustentação para a Orcrim e exercendo papel fundamental e indispensável para o sucesso nas empreitadas criminosas, sem as quais as aplicações dos golpes não se concretizariam”, explicou o delegado Vitor Hugo.

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