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RMC registra aumento de 10% nas vendas; e-commerce tem alta de 63,5%

Os setores de drogarias e farmácias, supermercados e material de construção impactam positivamente as vendas

Rose Guglielminetti, Band Mais

09h00 - 12/09/2020

Atualizado há 5 meses

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A reabertura do comércio começou a trazer reflexos positivos na RMC (Região Metropolitana de Campinas). O setor registrou um aumento de 10,35%, no faturamento em agosto quando comparado a julho de 2020, embora ainda apresente uma redução de 12,35% em relação a agosto de 2019. Além disso, as vendas digitais (e-commerce), expandiram em 63,5% em relação ao ano passado. Os dados são do Boa Vista SCPC.

O faturamento de agosto em relação às vendas físicas da RMC, foi de R$ 2,4 bilhões, o que representa 87,65% do registrado no mesmo mês de 2019, que foi de R$ 2,851,4 bilhões. Avaliando o período acumulado de janeiro a agosto de 2020, as vendas na RMC representaram uma perda no faturamento do comércio de R$ 4.040 bilhões (18,68% a menos) em relação ao mesmo período de 2019.

De acordo o economista Laerte Martins, diretor da ACIC (Associação Comercial e Industrial de Campinas, os dados mostram ainda uma redução da inadimplência em 44,70%. Especificamente quanto ao Dia dos Pais, o faturamento foi 42% em relação a mesma data do ano passado.

Campinas

Apenas considerando Campinas, as vendas físicas registraram faturamento de R$ 1.049 milhões em agosto de 2020, que representam cerca de 87,65% do faturamento do mesmo mês de 2019, que foi de R$ 1,1 milhões. O percentual também foi de 12,35% negativos em relação ao ano anterior, o mesmo registrado na RMC. 

Setores

Os setores que tiveram crescimento nas vendas foram as drogarias e farmácias (3,13%) e os supermercados (17,50%,) e material de construção (34,06%).

No entanto, tiveram as vendas reduzidas os setores de vestuário (-25,15%), turismo e transportes (-71,20%) e bares e restaurantes (-51,20%).

Em Campinas, a perda no faturamento chega a R$ 1,667,3 bilhão (-18,68%) em relação a agosto de 2019. A previsão para setembro de 2020 é a de que o comércio ainda sofra algumas perdas, mas menores do que nas fases anteriores.

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