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Blog da Rose

Saúde de Paulínia investiga se enfermeira da cidade contraiu o coronavírus pela segunda vez

Mulher trabalha no SAMU da cidade e está internada num hospital privado em Campinas

Rose Guglielminetti, Blog da Rose

15h18 - 16/07/2020

Atualizado há 19 dias

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A Secretaria de Saúde de Paulínia investiga se uma enfermeira, de 54 anos, que trabalha no Samu de Paulínia contraiu o coronavírus duas vezes neste ano. Na primeira vez, em maio, ela teve sintomas leves da doença e ficou em casa. Agora, ela está internada num hospital privado em Campinas.

Ela não tem nenhuma comorbidade e é uma pessoa muito ativa, segundo informações de pessoas que a conhecem.

De acordo com a prefeitura, em maio ela fez três exames, sendo que dois deram resultados negativos e um positivo para covid-19. O IGG e o PCR deram negativo e o IGM, o resultado foi positivo. A desconfiança é que ela pode ter tido coronavírus, mas não covid-19.

Já neste segundo adoecimento, o PCR deu positivo para a doença.

De acordo com o médico infectologista André Ribas a reinfecção é incomum, mas não impossível. “O que os estudos mostram é que os quatro tipos de coronavírus que já circulam entre os humanos e, que não é esse da covid-19, podem causar infecção mais de uma vez por ano. Porém, não se sabe ainda se este vírus (da covid-19) vai ter o mesmo comportamento”, disse ele.

O médico explicou ainda que há estudos que identificaram que uma pessoa pessoa ficou com o vírus por um período superior a dois meses. “Porém, parece não é capaz de reinfectar porque o que fica dentro do corpo da pessoa é um genoma do vírus e essa parcela é incompleta”, explicou.

Ele, ressaltou, porém, que uma reinfecção só é mais plausível se o intervalo for superior a dois meses.

No Brasil, foi registrado um caso de um enfermeiro na grande Belo Horizonte que foi infectado pelo vírus por duas vezes. Ele tinha comorbidade e morreu devido à doença.

Na China, um estudo publicado na revista científica americana Jama (Journal of the American Medical Association) mostrou que quatro profissionais de saúde chineses foram infectados pelo coronavírus pela segunda vez após terem recebido alta. A descoberta sugere que o vírus permanece por mais tempo no organismo do que se imaginava.

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