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Sete das 10 vítimas de queda de avião na Bahia continuam em estado grave

Os outras três morreram, dentre elas o ex-piloto de Stock Car Christiano Chiaradia Alcoba Rocha, o Tuka Rocha, 36 anos

Agência Brasil, Band Mais

12h51 - 18/11/2019

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Sete das dez pessoas que estavam a bordo do avião bimotor Cessna 550 que caiu na última quinta-feira (14) ao tentar pousar na pista de um resort localizado na praia de Barra Grande, em Maraú, no litoral sul da Bahia, continuam internadas, em estado grave, no Hospital Geral do Estado, em Salvador.

Entre os feridos há uma criança de seis anos. Todas as dez pessoas que viajavam de Jundiaí para Maraú sofreram queimaduras após a aeronave pegar fogo – ainda não se sabe se o incêndio começou devido a algum problema que pode ter causado a queda ou se em função do choque com o solo, ocorrido por volta das 14h de quinta-feira.

Três adultos morreram em função do acidente. A morte da jornalista Marcela Brandão Elias, 37 anos, foi confirmada logo após o acidente. Na noite de sábado, (16) faleceu a assessora de imprensa Maysa Marques Mussi, 27 anos. Por volta das 6h20 de ontem (17), foi anunciado o óbito do ex-piloto de Stock Car Christiano Chiaradia Alcoba Rocha, o Tuka Rocha, 36 anos.

Marcela é mãe do menino de seis anos que sofreu queimaduras no corpo e continua internado no Hospital Geral de Salvador, junto com seu pai, Eduardo Trajano Telles Elias, 38 anos, que também não tem previsão de receber alta médica. A jornalista era irmã de Maysa Mussi, cujo marido, Eduardo Mussi, também está entre as vítimas do acidente internadas no hospital público especializado em atender vítimas de queimaduras e na realização de cirurgias reparadoras, entre outras coisas. Eduardo Mussi é irmão do deputado federal licenciado Guilherme Mussi.

Dados do Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) revelam que o bimotor prefixo PT-LTJ pertence ao banqueiro José João Abdalla Filho, o Juca Abdalla. Fabricada em 1981, a aeronave estava com o certificado de aeronavegabilidade em situação regular, estando registrada e apta a realizar serviços aéreos privados. Dono do Banco Clássico e apontado como um dos homens mais ricos do Brasil, Juca Abdalla não estava a bordo da aeronave no momento do acidente.

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) e a Delegacia Territorial de Maraú já estão investigando as causas do acidente com a aeronave.

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