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Sorocaba fica sem transporte público até as 16 horas desta sexta-feira

Band Mais

14h45 - 24/04/2020

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Mais uma vez, a segunda nesta semana (ontem também teve paralisação) os trabalhadores em transporte urbano de Sorocaba realizam protesto até as 16 horas desta sexta-feira (24/04) em Sorocaba. A partir das 16 horas, os trabalhadores retornarão às atividades. Segundo o Sindicato dos Rodoviários, o protesto é porque as empresas, além de não pagarem corretamente o salário de março e não pagarem o adiantamento salarial no dia 20 deste mês, está encaminhando carta de demissão aos trabalhadores.

Em nota, o Sindicato diz ainda que na quinta-feira (23/04)

o Sindicato realizou uma assembleia e orientou o retorno ao trabalho em demonstração de abertura ao diálogo para se chegar a um acordo sobre o pagamento dos salários atrasados e a definição de acordo diante da pandemia do novo coronavírus. 

Também em nota, o Sindicato volta a reafirmar que a

aceita a adoção da Medida Provisória 936 com ressalvas, como está sendo assinado com diversas empresas.

Acumulam prejuízo

As empresas de transporte de ônibus de Sorocaba, Consor e STU, em nota enviada na quinta-feira (23/04), esclareceram que as empresas não são intransigentes. “Pelo contrário, neste período de pandemia estamos acumulando um prejuízo que já se aproxima dos R$ 20.000.000,00 milhões. As medidas propostas por parte das empresas de ônibus têm a finalidade de preservar o serviço prestado e os postos de trabalho. Logo, demonstra o nosso compromisso com a população da cidade e também com os colaboradores”.

Ainda, segundo a nota, as empresas dizem que, “diante da realidade a qual estamos passando, buscamos junto ao município uma nova forma de pagamento para que pudéssemos remunerar 100% dos nossos funcionários. A proposta da Prefeitura ajudará somente em parte do pagamento das despesas referente a circulação de 40% da frota. Mesmo com o suporte da Prefeitura para manutenção e pagamento das despesas relativas a 40% da circulação da frota, ainda teremos um prejuízo estimado na ordem de R$ 7.734.000,00 milhões. Isso prevendo que a partir do dia 11 de maio, data estabelecida pelo Governo do Estado de São Paulo para o fim do isolamento social, o sistema funcionará com sua plena arrecadação”.

“Embora estejamos unindo esforços para que tudo seja solucionado da melhor maneira possível, aos 60% restante não teremos outra providência senão demitir, pois não há recurso disponível”, segundo consta na nota.

“Referente à Medida Provisória 936/20, o Sindicato aceitou a redução da jornada de trabalho de 100% para 50%. Porém, em relação a remuneração, reivindicam o recebimento de 100%, ou seja, querem trabalhar metade e receber o total. Isso não é viável, nem pelas empresas e nem tampouco ao erário público. O Consor e a STU reforçam que seguem abertas ao diálogo permanente e lamentam profundamente a situação a qual chegou o transporte coletivo da cidade devido à pandemia do Covid-19”, as empresas finalizam a nota.

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