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Startup do PTS de Sorocaba desenvolve respiradores para tratamento do Coronavírus

Ideia é criar uma nova tecnologia para os equipamentos

Band Mais

17h57 - 27/03/2020

Atualizado há 2 meses

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A Pi Project Robótica e Automação, startup que está instalada no Parque Tecnológico de Sorocaba, integra um grupo de empresas que começou a trabalhar no desenvolvimento de respiradores, que são utilizados nos pacientes para o tratamento do Coronavírus (Covid-19).

Responsável pela startup sorocabana, Lucas Piovani conta que a ideia é criar uma nova tecnologia para os equipamentos que, atualmente, possuem uma engenharia complexa e custam caro para os hospitais. “Estamos buscando uma forma de minimizar os custos”, diz. “Todo mundo se lembra do avental e das máscaras, mas esses materiais são de uso dos agentes de saúde. Quem contrai o coronavírus, muitas vezes, precisa desses respiradores”.

O grupo de empresas que está agilizando o desenvolvimento do projeto tem representantes de Campinas, Guarulhos, São Paulo, Taubaté e Uberlândia (Minas Gerais). “Todos estão engajados no trabalho para que possamos atender as necessidades e os objetivos propostos”, afirma Lucas.

O empreendedor destaca que a intenção não é criar um outro equipamento médico e sim uma nova tecnologia e um novo conceito que vão exigir testes e validações pelos órgãos que regulam os materiais de uso hospitalar. “Estamos recebendo grande apoio do Parque Tecnológico e do IFSP, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, que mantém um campus em Sorocaba”, revela.

Para Lucas Piovani, é importante que outras empresas e empreendedores se unam ao projeto e colaborem com matéria-prima ou mesmo com profissionais de saúde que se habilitem a participar da fase de testes. Por isso, ele deixou o seguinte telefone para contato e mais esclarecimentos: (15) 98132-9879.

Primeiro protótipo

O empreendedor sorocabano conta que o projeto para o desenvolvimento dos respiradores já está pronto. O primeiro protótipo será montado na semana que vem. É este equipamento que será submetido a todos os testes necessários e avaliações da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e dos demais órgãos reguladores.

Após a aprovação e homologação – Lucas acredita que este processo dure cerca de quatro dias – os respiradores começam a ser produzidos em escala. “Na minha empresa, em Sorocaba, eu consigo fazer dez por dia, mas a ideia é conseguir investimentos para aumentar a produção”, afirma. Lucas ressalta que todo o processo vem seguindo etapas, mesmo diante da urgência que se faz necessária por conta da pandemia de coronavírus. A primeira é validar com agentes de saúde, a segunda é conseguir a homologação para, só então, iniciar a produção. “Todos os respiradores que produzirmos serão doados aos hospitais. Primeiro às unidades de Sorocaba, mas dependendo de como o processo se desenrolar, podemos pensar em fornecer para todo o Brasil. Não visamos lucro algum”, reforça.

A startup também lançou uma vaquinha virtual –https://abacashi.com/p/combate_ao_coronavirus – para arrecadar R$ 4.100 visando à produção do primeiro protótipo do respirador e 600 máscaras Faceshield (máscaras de proteção) para proteger aqueles que estão lutando, todos os dias, na linha de frente contra o Covid-19.

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