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Esporte

Thiem minimiza teste positivo de Paire para covid-19 antes do Aberto dos Estados Unidos

Austríaco disse que era bem provável que alguém fosse infectado, mesmo estando na bolha criada pela organização do Grand Slam

Esportes

15h02 - 31/08/2020

Atualizado há 23 dias

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Número 3 do mundo, Dominic Thiem minimizou o resultado positivo para covid-19 de Benoit Paire e disse que sempre achou que as chances disso acontecer durante os preparativos para US Open sempre seriam “muito altas”, apesar da bolha criada pelos organizadores do Grand Slam.

“Há tantas pessoas envolvidas neste torneio e a possibilidade de alguém ser positivo é muito alta. Então, desejo tudo de bom para Benoit [Paire] e espero que ninguém mais seja positivo também. Essa é a coisa mais importante”, afirmou o austríaco.

Apesar do primeiro caso dentro da bolha, Thiem acredita que o ambiente ainda assim oferece segurança para os envolvidos no torneio. “Acho que não há lugar mais seguro no mundo agora do que aqui. Talvez você possa se trancar em uma caverna ou algo assim. Ou no meio do mar, mas caso contrário, aqui é muito seguro.”

“Nós estamos em uma bolha, mas ainda pode acontecer algo como se viu com Benoit, mas esperamos que ninguém mais esteja infectado e, em geral, é muito, muito seguro e muito rigoroso aqui”, emendou ele, que estava entre aqueles que se desculparam em junho pela forma como os jogadores se comportaram no evento de exibição Adria Tour de Novak Djokovic, após o qual quatro jogadores testaram positivo para o novo coronavírus.

Thiem começa sua campanha no Aberto dos Estados Unidos na terça-feira contra o espanhol Jaume Munar, e espera se recuperar do início desastroso no Masters 1000 de Cincinnati, no qual foi eliminado na estreia.

Segundo cabeça de chave em Flushing Meadows e com as ausências de Rafael Nadal e Roger Federer, o austríaco surge como o grande obstáculo no caminho de Novak Djokovic, que o derrotou em uma emocionante final do Aberto da Austrália, no início do ano.

Caso Paire
Cabeça de chave 17, o francês Benoit Paire estava escalado para estrear contra o polonês Kamil Majchrzak, também na terça, mas seu nome não aparecia mais no site do torneio já no domingo e mostrava que Majchrzak enfrentará o espanhol Marcel Granollers.

De acordo com o jornal L’Equipe, foi solicitado aos colegas franceses Richard Gasquet, Adrian Mannarino, Gregoire Barrere e Edouard Roger Vasselin que também se isolassem em seus quartos de hotel após o teste positivo de Paire.

O US Open será disputado sem a presença de público e em uma bolha de biossegurança devido à pandemia, mas vários jogadores de alto escalão desistiram do torneio devido a preocupação com o coronavírus.

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